segunda-feira, 18 de maio de 2009

Metade da electricidade veio de fontes renováveis

Portugal está em quinto lugar entre os maiores produtores de energia "verde" da Europa

Quase metade (48%) da electricidade consumida em Portugal está a ser produzida a partir de fontes renováveis , bem acima da meta de 39% definida por Bruxelas. Hoje, é o quinto país da União Europeia em termos de "energia verde".
As contas foram feitas por Sá da Costa, presidente da Associação das Energias Renováveis e responsável pelo Centro Ibérico de Energias Renováveis (ler caixa em baixo), com base nos dados até 13 de Maio da REN, que recebe na sua rede toda a electricidade produzida no país. "Estávamos na casa dos 48%" de energia com base em renováveis, seguindo a metodologia de cálculo europeia, que corrige anos mais secos do que o habitual, como este, disse.
A metade de electricidade consumida no país e que tem origem "verde" vem de três fontes: 30,5% dos rios, captada em grandes barragens ou em mini-hídricas; 13,4% da eólica, a energia do vento; e 4% da biomassa e resíduos urbanos, agora com um peso mais baixo do que no passado.
Em muito menor escala, surge a energia fotovoltaica, produzida a partir do sol. Apesar da recente entrada em funcionamento de mais um grande parque de painéis solares no Alentejo, continua a ter um peso muito diminuto, de 0,2%, na produção de electricidade "verde", em Portugal.
Nos próximos meses, contudo, é de esperar que seja produzida menos energia a partir de fontes renováveis. Como chove menos no Verão, as barragens esvaziam-se e originam menos energia. E também há menos vento, explicou Sá da Costa, para quem a descida de produção esperada não é grave. "É completamente diferente baixar de um nível de 48%, como temos agora, do que de, por exemplo 30%", disse. A maioria dos países europeus tem uma produção renovável inferior à portuguesa, incluindo Espanha.
Apesar da descida sazonal de Verão, o responsável está convencido que Portugal conseguirá ir aumentando o peso das renováveis na electricidade consumida no país. Para isso, ajudarão as dez novas barragens grandes que a EDP se prepara para construir, mais as oito cuja capacidade será reforçada. "O grande significado nem é tanto a energia que vão produzir, mas o facto de serem um sítio onde se pode armazenar energia", por exemplo, eólica.
Quando um parque eólico produz electricidade a partir do vento, ou é consumida de imediato ou é simplesmente desperdiçada. Isso significa que tanto pode haver alturas em que se produz demasiada energia para o consumo do momento como, logo a seguir, pode haver procura mas os parques eólicos não terem vento para produzir. Como as barragens têm tecnologia para armazenar electricidade, ajudam a aumentar a fiabilidade do sistema energético.
Mas mesmo sem as novas barragens, Portugal é o quinto país europeu que mais electricidade "verde" produz, atrás de Suécia, Áustria, Finlândia e Letónia.
Neste momento, Portugal é auto-suficiente, em termos de electricidade. No total, o país já produz energia eléctrica suficiente para satisfazer a procura.
ALEXANDRA FIGUEIRA
In JN de 18/05/09

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Dia das Ciências Experimentais

A Área Disciplinar de Biologia e Geologia escolheu o dia 27 de Março para mais uma vez "abrir os laboratórios" e dar a conhecer à comunidade escolar uma amostra das inúmeras actividades que os nossos alunos vão realizando ao longo do ano nas aulas leccionadas pelos docentes desta área disciplinar.

A adesão da comunidade escolar às várias actividades superou todas as expectativas. A organização das visitas aos vários espaços onde decorreram as diversas actividades, contou este ano com a participação de grupos de alunos-guia que encaminharam de forma ordeira os visitantes para os diferentes espaços. De salientar o interesse e a satisfação demonstrada pelos visitantes, nomeadamente professores, educadoras e alunos das várias faixas etárias. Os alunos que participaram nas actividades revelaram muito empenho, o que também contribuiu para o êxito da iniciativa. Decorreram também para além das actividades experimentais nos “laboratórios abertos”, exposições dos materiais elaborados pelos alunos das várias disciplinas da Área disciplinar de Biologia e Geologia, bem como palestras no auditório a cargo dos alunos do 12º B. No auditório foi feita, no final da manhã, a cerimónia oficial da entrega das bandeiras verdes ganhas pelas diferentes escolas do Agrupamento como reconhecimento pelo trabalho realizado relativamente à preservação do ambiente . Esta cerimónia contou com a presença do Presidente do Agrupamento, professor Paulo Dias, responsável pelo Clube Natura, professor Francisco Carvalho e professores, educadores e alunos envolvidos, bem como assistentes. Em simultâneo decorreu a feira de adopção de cães, iniciativa de grande sucesso. Toda a comunidade educativa foi muito receptiva às diversas actividades





Clube Natura

sexta-feira, 20 de março de 2009

XIV Olimpíadas do Ambiente

Decorreram na nossa Escola as XIV Olimpíadas do Ambiente, 1ª e 2ª eliminatórias, com uma participação significativa dos nossos alunos. A modalidade por nós seleccionada para este ano foi “Ambiente à Prova” e consistiu numa prova com questões de escolha múltipla sobre ambiente, e outras onde os participantes se podiam posicionar relativamente a temas actuais relacionadas com o ambiente. Tal como em anos anteriores os resultados foram muito bons e esperamos, como habitualmente, ter dos 11 alunos apurados na 2ª eliminatória, alguns finalistas. A final nacional decorrerá nos dias 1, 2 e 3 de Maio na Área Metropolitana do Porto.

Até lá!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Ponto electrão

A Escola EB 2,3/S de Macedo de Cavaleiros, está a participar no projecto escola electrão promovido pela empresa Amb3e, com o apoio do Ministério da Educação, que pretende sensibilizar a comunidade escolar no esforço global de reciclagem e valorização dos equipamentos eléctricos e electrónicos em fim de vida. No âmbito desta iniciativa, será colocado nesta escola um ponto electrão entre os dias 17 e 23 de Abril, onde todos os elementos da comunidade educativa podem depositar estes equipamentos em fim de vida que possuam em suas casas.
Colabora nesta iniciativa, ajuda a reduzir o consumo de matérias primas e a preservar o ambiente.

Clube Natura

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dez espécies de anfíbios são descobertas na Colômbia

03-02-09 da France Presse, em Washington
Dez espécies de anfíbios foram descobertas no noroeste da Colômbia, incluindo três rãs venenosas e três quase transparentes, anunciou a organização americana Conservation International (CI), nesta segunda-feira.
Essas descobertas --nove espécies de rãs e uma de salamandra- foram feitas durante uma expedição de que a Conservation International participou nas montanhas de Tacarcuna, na região de Darien, na fronteira com o Panamá, de acordo com a nota divulgada pela organização em Washington.

Três espécies de rãs quase transparentes foram descobertas;
A Colômbia tem uma das mais diversas comunidades de anfíbios.

A Colômbia possui uma das mais diversas comunidades de anfíbios do mundo, com 754 espécies diferentes.
Os cientistas consideram que os anfíbios são importantes indicadores da saúde de um ecossistema, porque sua pele permeável os expõe aos elementos externos.
Nesse sentido, esses animais também servem de alerta para a degradação do meio ambiente, afirmam os pesquisadores, acrescentando que quase um terço de sua população total no planeta corre risco de extinção.

In www.folha.com.br

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Como contribuir para uma reciclagem mais eficiente?

Mais de metade do lixo que produzimos todos os dias pode ser reciclado. Veja o que pode separar em casa e onde depositar os resíduos que não devem ser deitados no lixo indiferenciado.

Porque se devem separar os resíduos recicláveis?

Reciclar materiais permite reutilizá-los como matéria-prima no fabrico de novos produtos, diminuindo o uso de recursos naturais (muitos dos quais não renováveis). Além disso, fabricar novos produtos a partir de materiais usados consome menos energia do que a partir de matérias virgens.
O sector dos resíduos contribui significativamente para a emissão de gases com efeito de estufa. Já a reciclagem é o processo de tratamento de resíduos com maior potencial de redução indirecta de emissões de CO2. Num momento em que o combate às alterações climáticas surge como um dos grandes desafios ambientais, é fundamental reciclar.
A reciclagem permite diminuir a quantidade de resíduos que tem como destino final os aterros sanitários, prolongando a vida útil destes últimos e evitando a construção de novos.
Os cidadãos devem participar activamente na correcta separação dos resíduos para posterior reciclagem. Este procedimento não se deve limitar às embalagens, mas incluir todos os resíduos passíveis de ser reciclados, como os óleos usados, electrodomésticos, pilhas, automóveis, etc.

O meu contributo é importante?

Para controlar os milhões de toneladas de resíduos originados todos os anos na Europa, foi criada legislação que impõe metas mínimas para a reciclagem de certos materiais, como o papel, vidro, plástico, metal, equipamento eléctrico e electrónico, pilhas e acumuladores, veículos em fim de vida, óleos usados, etc.
Em 2005 deveríamos ter reciclado, no mínimo, 25% dos resíduos que produzimos diariamente. Mas, os valores atingidos ficaram longe da meta. A recolha selectiva perfez apenas 9% dos resíduos produzidos, dos quais nem todos foram encaminhados para a reciclagem (devido aos refugos na operação de triagem).
Quanto aos resíduos de embalagem, há novas metas a atingir até 2011: 22,5% para o plástico, 50% para o metal, 60% para o vidro, papel e cartão, e 15% para a madeira. A sua contribuição é, por isso, muito importante. Não se esqueça de que a separação de resíduos para reciclar não está limitada aos ecopontos. Nos ecocentros também pode entregar outros materiais, como óleos usados, electrodomésticos velhos, madeira, etc.

Como separar as embalagens usadas?

Separar em casa as embalagens usadas (metal, plástico, papel, cartão e vidro) é o primeiro passo para a sua reciclagem. Deve ter em conta algumas regras básicas:

se o seu município já faz a recolha selectiva dos resíduos orgânicos (restos de comida, por exemplo) com vista à compostagem, separe-os, então, das restantes embalagens que ainda não podem ser recicladas;
retire tampas e rolhas, pois, na maioria dos casos, são feitas de materiais diferentes da embalagem que vedam;
escorra o conteúdo das embalagens e, para evitar maus cheiros, passe-as por água (frascos ou garrafas de iogurte, por exemplo);
para poupar espaço, em casa e mesmo no ecoponto, espalme as embalagens (caixas, embalagens de cartão para alimentos como o leite ou sumos, garrafas e garrafões de plástico) sempre que possível;
embora práticos, os contentores específicos para separar os resíduos em casa não são imprescindíveis. Os sacos de plástico usados servem perfeitamente. Depois de os utilizar, deposite-os no contentor amarelo do ecoponto;
para colocar os resíduos domésticos no ecoponto, siga as indicações dadas pela autarquia.

Qual a diferença entre ecoponto e ecocentro?

O ecoponto é um conjunto de três contentores para recolha selectiva de embalagens usadas: o amarelo (para as de plástico e metal), o azul (para as de papel e cartão, jornais, revistas e papel de escrita) e o verde (para as de vidro). A este conjunto pode, ainda, estar associado um pequeno contentor vermelho para as pilhas.
O ecocento consiste num parque de grandes dimensões, que recebe embalagens usadas e outros resíduos, por exemplo, madeira, entulhos provenientes de construção e demolição, electrodomésticos, móveis, óleos minerais e vegetais, baterias de automóveis, etc. Mas, como nem todos os ecocentros estão preparados para receber os mesmos resíduos, verifique o que pode entregar no do seu concelho.

E não se esqueça: separar para reciclar não significa usar apenas o ecoponto!

O que depositar no embalão?


O que depositar ou não no papelão?


O que depositar no vidrão?

Adaptado de Deco Proteste

Clube Natura